Bissexualidade em Tempos de HIV/AIDS – Anos 90

“O HOMEM QUE FAZ O PAPEL DE ATIVO NO SEXO NÃO SE CONSIDERA BISSEXUAL. E ABRE CAMINHO PARA A AIDS.”

“O antropólogo acredita que todo homem, pelo menos uma vez na vida, já teve desejos ou fantasias secretas a respeito de uma experiência homossexual. Não existe, no entanto, uma ligação automática entre isso e um comportamento bissexual na prática ou mesmo uma identidade assumida. “É muito complicado. Os parâmetros definidos para qualificar um homem como bissexual, no caso da AIDS, vem da reincidência nesse tipo de relação, num período recente de tempo (seis meses).”

Venha conferir as relações entre identidade e práticas bissexuais atravessadas pelo auge da epidemia de hiv/aids nas páginas da revista manchete de 1992 na reportagem “O brasileiro é bissexual?” com entrevista com Richard Parker, Gabriela Leite e Marcos Ribeiro: